O que é
Nem todo problema deve ser encaminhado a um único método isolado. O desenho de sistemas organiza portas, critérios de entrada, escalonamento, responsáveis, prazos e circulação de informações. Procedimentos híbridos combinam técnicas consensuais e decisórias, mas exigem regras claras sobre papéis, confidencialidade e consentimento.
Como funciona
- 1
Mapear tipos, causas e frequência dos conflitos.
- 2
Definir objetivos, usuários e critérios de adequação.
- 3
Escolher portas, sequência, responsáveis e prazos.
- 4
Testar riscos, custos e pontos de bloqueio.
- 5
Acompanhar dados e revisar o sistema periodicamente.
Quando pode fazer sentido
- Organizações ou contratos geram conflitos repetitivos.
- É útil começar pelo consenso e prever decisão se ele não ocorrer.
- O procedimento precisa variar conforme valor, urgência ou complexidade.
- Há necessidade de integrar prevenção, triagem, negociação, mediação, comitês e decisão.
Pontos de atenção
- Evitar etapas obrigatórias vagas ou intermináveis.
- Definir quando uma fase termina e a seguinte começa.
- Proteger confidencialidade e imparcialidade ao combinar papéis.
- Não transportar informações entre fases sem base clara e consentimento.
Diferenças importantes
- Não é um método único, mas uma arquitetura que conecta métodos.
- ODR é frequentemente um ambiente tecnológico desse desenho, não uma solução autônoma.
- Med-Arb e Arb-Med-Arb exigem cautela especial quando a mesma pessoa muda de função.
Exemplos de aplicação
Cláusula com negociação, mediação e arbitragem.
Canal interno, ombudsman, mediação e decisão para conflitos recorrentes.
Procedimento digital com triagem por valor e complexidade.
