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Referências e documentos

Mediação dos Correios termina sem acordo, e greve leva conflito ao julgamento do TST

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. Tribunal Superior do Trabalho — segunda audiência de conciliação entre Correios e entidades sindicais, 3/9/2026Origem: tst.jus.br
  2. Correios — pedido de mediação para o ACT 2026/2027 e posição institucional, 27/8/2026Origem: saladeimprensa.correios.com.br
  3. FINDECT — trabalhadores rejeitam proposta e aprovam greve por tempo indeterminado, 11/9/2026Origem: findect.org.br
  4. FINDECT — Correios ajuízam dissídio coletivo após o fim da mediação, 12/9/2026Origem: findect.org.br
  5. Folha de S.Paulo — Correios acionam o TST após rejeição da proposta, 12/9/2026Origem: www1.folha.uol.com.br
  6. Poder360 — Correios recorrem ao TST para tentar encerrar a greve, 12/9/2026Origem: poder360.com.br

Elementos incorporados à apuração

  • A tentativa de construir no Tribunal Superior do Trabalho o Acordo Coletivo de Trabalho dos Correios para 2026/2027 terminou sem consenso. Trabalhadores rejeitaram a proposta, iniciaram greve por tempo indeterminado e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ajuizou dissídio coletivo na noite de 11 de setembro.
  • O novo processo muda o centro da controvérsia: a solução deixou de depender apenas da aprovação negociada e passou a poder ser definida judicialmente. Isso não impede nova conciliação, mas o TST ainda não decidiu se a greve é abusiva nem quais cláusulas devem reger a relação coletiva.
  • A Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios informou que 35 assembleias realizadas em 10 de setembro aprovaram a paralisação. O principal impasse, segundo a entidade, envolve o modelo de custeio e a condição dos Correios no plano de saúde de empregados, aposentados e dependentes.
  • Segundo informações atribuídas à estatal pela Folha de S.Paulo e pelo Poder360, a proposta preservava 78 das 80 cláusulas anteriores e previa recomposição integral pelo INPC. As mesmas reportagens informam que a empresa pediu ao TST o encerramento urgente da paralisação. A petição integral e o número do novo dissídio ainda não estavam disponíveis nas fontes públicas consultadas.
  • O próximo passo depende da distribuição e das decisões processuais do tribunal. Audiência, medida urgente e julgamento colegiado são etapas possíveis, mas não devem ser tratadas como realizadas antes de ato oficial. As partes também podem retomar a negociação enquanto o dissídio estiver em curso.