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Referências e documentos

OAB Paraná apresenta ao STF propostas sobre colegialidade, transparência e desjudicialização

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. OAB Paraná — propostas de aperfeiçoamento do sistema de Justiça, 10/9/2026Origem: oabpr.org.br
  2. Constituição Federal — competências do STF, do Senado e do CNJOrigem: planalto.gov.br

Elementos incorporados à apuração

  • A Ordem dos Advogados do Brasil — Seção do Paraná apresentou ao Conselho Federal da OAB um conjunto de propostas para modificar aspectos da organização e do funcionamento do sistema de Justiça. A contribuição foi encaminhada ao Centro de Estudos Constitucionais do Supremo Tribunal Federal em resposta ao Edital nº 6/2026 e reúne seis eixos, que vão da competência do STF à transparência e à ética judicial.
  • O documento divulgado pela seccional propõe reforçar decisões colegiadas, limitar o alcance de decisões monocráticas, disciplinar pedidos de vista, ampliar a transparência de relações institucionais e criar salvaguardas para situações capazes de gerar dúvida razoável sobre a imparcialidade de magistrados.
  • Há também um eixo diretamente relacionado à organização da solução de conflitos: a OAB Paraná defende a desjudicialização das execuções civis e fiscais e a ampliação da transação tributária. A notícia institucional não detalha o desenho operacional dessas medidas, que dependeriam de legislação, regulamentação e definição de garantias de acesso à Justiça.
  • As propostas não alteram imediatamente nenhuma regra. Elas representam uma contribuição da seccional paranaense ao debate aberto pelo Centro de Estudos Constitucionais do STF. Até a consulta realizada pelo ArquipelJus, não havia registro de incorporação das sugestões pelo Supremo nem de aprovação delas como posição definitiva do Conselho Federal da OAB.
  • No eixo sobre colegialidade, a seccional propõe que decisões de mérito sejam tomadas por órgãos colegiados e que matérias consideradas sensíveis sejam julgadas pelo Plenário. Liminares sobre atos de outros Poderes ou sobre a constitucionalidade de leis também deveriam ser submetidas ao colegiado, sob pena de perderem eficácia.