O que é
Nas práticas colaborativas, cada parte possui orientação independente, mas todos assumem compromisso com um processo transparente, respeitoso e voltado à construção conjunta. O desenho pode incluir profissionais de finanças, saúde mental, infância, empresas ou outras áreas.
Como funciona
- 1
Avaliação de adequação e escolha dos profissionais.
- 2
Assinatura do termo de participação colaborativa.
- 3
Identificação conjunta de informações e temas.
- 4
Reuniões de solução com apoio da equipe.
- 5
Formalização do acordo ou encerramento do processo colaborativo.
Quando pode fazer sentido
- As partes querem solução negociada com assessoria jurídica própria.
- O problema possui dimensões jurídicas, econômicas, emocionais ou relacionais conectadas.
- Há disposição para transparência e cooperação estruturada.
- É importante evitar a lógica de preparação simultânea para o litígio.
Pontos de atenção
- O compromisso de não litigância durante o processo e seus efeitos precisam ser claramente compreendidos.
- As regras de retirada dos profissionais em caso de fracasso variam conforme o pacto adotado.
- Não é adequado quando não há segurança, boa-fé mínima ou possibilidade de participação equilibrada.
- Custos da equipe multidisciplinar devem ser proporcionais ao caso.
Diferenças importantes
- Diferentemente da mediação, não depende necessariamente de um terceiro imparcial central.
- Diferentemente da negociação convencional, adota compromissos e equipe especificamente orientados à não litigância.
- Não produz decisão imposta por árbitro ou juiz.
Exemplos de aplicação
Reorganização familiar com questões patrimoniais e parentais.
Separação de sócios com apoio contábil e financeiro.
Sucessão empresarial ou familiar.
