ArquipelJus — Arquipélago Justiça
ARQUIPELJUS

Encontre sua seção

24 seções encontradas

Notícias e transmissões

Radar de notíciasAcompanhe os fatos da justiça e da resolução de conflitos.Sala da JustiçaAssista a julgamentos e consulte a programação das sessões.Justiça DesportivaNotícias, julgamentos e controvérsias do esporte.AnálisesLeituras aprofundadas sobre temas e decisões relevantes.

Jurisprudência e legislação

JurisprudênciaPesquise decisões judiciais sobre arbitragem e mediação.LegislaçãoConsulte normas sobre prevenção e resolução de conflitos.Projetos legislativosAcompanhe propostas e mudanças em discussão.

Atlas e profissionais

Atlas NacionalEncontre câmaras e instituições de resolução de conflitos no Brasil.Atlas InternacionalExplore instituições de arbitragem e mediação pelo mundo.Atlas de CEJUSCsLocalize centros judiciários de solução de conflitos.Atlas de ProfissionaisEncontre profissionais no diretório público.CensoConheça o panorama profissional e participe do levantamento.

Cursos, livros e agenda

AcadêmicoConheça atividades de formação e aperfeiçoamento.LivrosDescubra obras e lançamentos para ampliar sua pesquisa.AgendaVeja eventos e encontros da comunidade jurídica.Momento ArbitragemAprofunde seus conhecimentos com vídeos sobre arbitragem.

Ferramentas e cálculos

Bússola de CustosCompare custos de arbitragem e mediação.HonoráriosConsulte referências para honorários advocatícios.Custas judiciaisConsulte e estime custos de acesso à Justiça.Choices XConheça a ferramenta de apoio à escolha de árbitros.Melhor CaminhoExplore caminhos adequados para resolver seu conflito.

Concursos e monitores

ConcursosEncontre oportunidades e consulte os editais.Monitor de ConcursosAcompanhe oportunidades conforme seus interesses.Monitor de notíciasReceba informação selecionada sobre os temas que acompanha.
ArquipelJus
Voltar à publicaçãoReferências da publicação

Referências e documentos

CNJ aprova diretrizes para impedir que processos prolonguem violência contra mulheres

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. CNJ — comunicado oficial da aprovação,27/10/2026Origem: cnj.jus.br
  2. IBDFAM — participante do julgamento, notícia de 27/10/2026Origem: ibdfam.org.br
  3. AJUFE — participante da sessão, aprovação e divergência parcialOrigem: ajufe.org.br
  4. Migalhas — cobertura da votação, 27/10/2026, 12h27Origem: migalhas.com.br
  5. CNJ — pauta da17ªSessãoOrdinária, processo0006095-65.2026.2.00.0000Origem: cnj.jus.br

Elementos incorporados à apuração

  • O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por maioria, na manhã desta terça-feira, 27 de outubro, uma recomendação para prevenir, identificar e enfrentar a violência processual de gênero. A iniciativa busca evitar que o sistema judicial seja usado para intimidar, retaliar ou revitimizar mulheres e meninas. A deliberação ocorreu na 17ª Sessão Ordinária de 2026, conforme comunicado do próprio Conselho. O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões (IBDFAM) e a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), participantes da sessão, também informaram o resultado.
  • A proposta da conselheira Jaceguara Dantas oferece parâmetros para reconhecer situações em que a violência se prolonga dentro dos processos. O ponto central é examinar o contexto e a repetição de condutas: ações que parecem regulares quando vistas separadamente podem, em conjunto, revelar uma estratégia de perseguição e desgaste.
  • Segundo a cobertura do julgamento pelo Migalhas, a relatora defendeu que os parâmetros auxiliam a aplicação de instrumentos existentes, sem criar novas sanções ou modificar a legislação processual. A orientação também contempla a produção e a avaliação das provas e a utilização, quando cabível, das regras já existentes sobre distribuição dinâmica do ônus probatório. A necessidade de analisar cada caso permanece.
  • O conselheiro Carlos Vinícius Alves Ribeiro ficou parcialmente vencido. Ele reconheceu a necessidade de enfrentar o fenômeno, mas preferia incorporar o tema à recomendação sobre litigância abusiva. Conforme a cobertura da sessão, também questionou parâmetros sobre provas e atuação judicial, defendeu estudos empíricos e manifestou preocupação com a independência dos julgadores. A maioria acompanhou integralmente a relatora.
  • Para mulheres que procuram proteção, a consequência esperada é uma resposta judicial capaz de perceber a continuidade da violência além de um episódio isolado. Isso exige distinguir o exercício legítimo da defesa e do acesso à Justiça de seu uso abusivo. O reconhecimento de uma prática em determinado processo depende de exame concreto, com as garantias processuais aplicáveis.