ArquipelJus — Arquipélago Justiça
ARQUIPELJUS

Encontre sua seção

25 seções encontradas

Notícias e transmissões

Radar de notíciasAcompanhe os fatos da justiça e da resolução de conflitos.Sala da JustiçaAssista a julgamentos e consulte a programação das sessões.Momento ArbitragemAprofunde seus conhecimentos com vídeos sobre arbitragem.Justiça DesportivaNotícias, julgamentos e controvérsias do esporte.AnálisesLeituras aprofundadas sobre temas e decisões relevantes.Monitor de notíciasReceba informação selecionada sobre os temas que acompanha.

Jurisprudência e legislação

JurisprudênciaPesquise decisões judiciais sobre arbitragem e mediação.LegislaçãoConsulte normas sobre prevenção e resolução de conflitos.Projetos legislativosAcompanhe propostas e mudanças em discussão.Documentos de referênciaConsulte boas práticas, diretrizes e recomendações institucionais.

Atlas e profissionais

Atlas NacionalEncontre câmaras e instituições de resolução de conflitos no Brasil.Atlas InternacionalExplore instituições de arbitragem e mediação pelo mundo.Atlas de CEJUSCsLocalize centros judiciários de solução de conflitos.Atlas de ProfissionaisEncontre profissionais no diretório público.CensoCadastre-se no Censo e solicite sua inclusão no Atlas de Profissionais.

Cursos, livros e agenda

AcadêmicoConheça atividades de formação e aperfeiçoamento.LivrosDescubra obras e lançamentos para ampliar sua pesquisa.AgendaVeja eventos e encontros da comunidade jurídica.

Ferramentas e cálculos

Bússola de CustosCompare custos de arbitragem e mediação.HonoráriosConsulte referências para honorários advocatícios.Custas judiciaisConsulte e estime custos de acesso à Justiça.Choices XConheça a ferramenta de apoio à escolha de árbitros.Melhor CaminhoExplore caminhos adequados para resolver seu conflito.

Concursos públicos

ConcursosEncontre oportunidades e consulte os editais.Monitor de ConcursosAcompanhe oportunidades conforme seus interesses.
ArquipelJus
Voltar à publicaçãoReferências da publicação

Referências e documentos

CNJ aponta expansão desigual das estruturas de direitos humanos nos tribunais

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. Agência CNJ de Notícias — relatório traça panorama das estruturas de direitos humanos, 15/9/2026Origem: cnj.jus.br
  2. CNJ/PNUD — Justiça e Direitos Humanos: um panorama das instâncias institucionais nos tribunais do BrasilOrigem: cnj.jus.br

Elementos incorporados à apuração

  • Um diagnóstico nacional divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na terça-feira, 15 de setembro, conclui que as estruturas dedicadas aos direitos humanos se expandiram nos tribunais brasileiros, mas ainda funcionam de modo desigual, fragmentado e frequentemente dependente do empenho individual de magistrados e servidores. O relatório recomenda parâmetros nacionais mínimos, equipes dedicadas, orçamento previsível e mecanismos permanentes de coordenação.
  • O estudo Justiça e Direitos Humanos: um panorama das instâncias institucionais nos tribunais do Brasil foi produzido no Programa Justiça Plural, parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A pesquisa examinou comitês, comissões, coordenadorias, unidades e arranjos equivalentes das Justiças estadual, trabalhista e federal.
  • A etapa quantitativa reuniu respostas de 55 tribunais: os 27 tribunais de Justiça, os 24 tribunais regionais do Trabalho e quatro dos seis tribunais regionais federais. O formulário ficou aberto entre 14 de maio e 6 de junho de 2025. Depois da consolidação de respostas duplicadas, a análise considerou um registro por tribunal.
  • A fase qualitativa acrescentou 38 entrevistas realizadas entre agosto e outubro de 2025, com 13 magistrados e 25 servidores. O próprio relatório adverte que, diante das diferenças de competência e atuação entre os ramos, os resultados descrevem os participantes e não devem ser generalizados automaticamente para todo o Judiciário. O trabalho também avalia estruturas institucionais; não mede a quantidade de violações de direitos nem o resultado de decisões judiciais.
  • A falta de recursos próprios aparece de forma recorrente. Entre as respostas válidas sobre orçamento e infraestrutura administrativa, 83,3% dos tribunais de Justiça informaram não haver orçamento específico. Nos tribunais regionais do Trabalho, 52,4% apontaram ausência de orçamento e 33,3%, recursos não exclusivos. Entre os três tribunais regionais federais com resposta nessa parte do questionário, dois informaram não dispor de orçamento e um declarou usar recursos compartilhados.