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Referências e documentos

Robô Arcanjo é apresentado em Brasília para apoiar equipes de segurança

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. IPQ Tecnologia — robótica e inteligência artificial na ExpoJud, 08/10/2026Origem: ipq.com.br
  2. IPQ Tecnologia — participação na 10ª ExpoJud, 02/10/2026Origem: ipq.com.br
  3. Polícia Militar do Paraná — exposição de robô antibombas, 31/10/2019Origem: pmpr.pr.gov.br
  4. NIST — avaliação de efeitos demográficos no reconhecimento facialOrigem: pages.nist.gov
  5. Planalto — LGPD, arts. 4º e 5ºOrigem: planalto.gov.br
  6. IPQ Tecnologia — Estação Arcanjo e apresentação do humanoide em Salvador, 25/09/2026Origem: ipq.com.br
  7. Planalto — Lei nº 13.060/2014Origem: planalto.gov.br
  8. Planalto — Decreto nº 12.341/2024Origem: planalto.gov.br
  9. Planalto — Constituição, art. 37, § 6ºOrigem: planalto.gov.br
  10. Planalto — CPP, arts. 158-A e seguintesOrigem: planalto.gov.br
  11. CNJ — Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP 3.0)Origem: cnj.jus.br

Elementos incorporados à apuração

  • O robô humanoide Arcanjo foi apresentado em Brasília durante a 10ª ExpoJud, realizada de 6 a 8 de outubro de 2026. Desenvolvido pela IPQ Tecnologia para aplicações de apoio à segurança, o equipamento combina uma estrutura física chinesa com sistemas brasileiros de inteligência artificial. A proposta é ampliar a observação de ambientes e reduzir a exposição de profissionais a situações perigosas.
  • Segundo a IPQ, o projeto reúne visão computacional, reconhecimento facial, monitoramento de perímetros e transmissão de informações em tempo real para equipes de campo e centros de monitoramento. A empresa apresenta o humanoide como recurso em desenvolvimento, com tarefas previamente programadas e supervisão humana.
  • Visão computacional é o uso de sistemas para interpretar imagens captadas por câmeras. No Arcanjo, essa capacidade é combinada à mobilidade do corpo robótico e à comunicação com equipes que acompanham as informações. Entre as possibilidades anunciadas pela IPQ estão rondas, vigilância de unidades prisionais e monitoramento de áreas industriais.
  • Heitor Galvão, diretor de operações da IPQ, afirma em comunicado da empresa que o humanoide atua como ferramenta de apoio e não substitui o efetivo policial ou a atividade humana. Na ExpoJud, ele integrou a apresentação de tecnologias destinadas à segurança de instituições do sistema de Justiça.
  • O humanoide já havia sido exibido no COP International, evento de segurança realizado de 11 a 13 de agosto em São Paulo. Na divulgação daquela apresentação, Galvão descreveu a possibilidade de enviar o equipamento à frente de equipes em ambientes fechados com suspeita de pessoas armadas, transmitindo informações para os agentes que permanecessem à distância.