ArquipelJus — Arquipélago Justiça
ARQUIPELJUS

Encontre sua seção

26 seções encontradas

Notícias e transmissões

Radar de notíciasAcompanhe os fatos da justiça e da resolução de conflitos.Sala da JustiçaAssista a julgamentos e consulte a programação das sessões.Momento ArbitragemAprofunde seus conhecimentos com vídeos sobre arbitragem.Justiça DesportivaNotícias, julgamentos e controvérsias do esporte.AnálisesLeituras aprofundadas sobre temas e decisões relevantes.Monitor de notíciasReceba informação selecionada sobre os temas que acompanha.

Jurisprudência e legislação

JurisprudênciaPesquise decisões judiciais sobre arbitragem e mediação.LegislaçãoConsulte normas sobre prevenção e resolução de conflitos.Projetos legislativosAcompanhe propostas e mudanças em discussão.Documentos de referênciaConsulte boas práticas, diretrizes e recomendações institucionais.

Atlas e profissionais

Atlas NacionalEncontre câmaras e instituições de resolução de conflitos no Brasil.Atlas InternacionalExplore instituições de arbitragem e mediação pelo mundo.Atlas de CEJUSCsLocalize centros judiciários de solução de conflitos.Atlas de ProfissionaisEncontre profissionais no diretório público.CensoCadastre-se no Censo e solicite sua inclusão no Atlas de Profissionais.

Cursos, livros e agenda

AcadêmicoConheça atividades de formação e aperfeiçoamento.LivrosDescubra obras e lançamentos para ampliar sua pesquisa.AgendaVeja eventos e encontros da comunidade jurídica.

Ferramentas e cálculos

Cláusula Sob MedidaPrepare convenções de mediação e arbitragem. Beta gratuita.Bússola de CustosCompare custos de arbitragem e mediação.HonoráriosConsulte referências para honorários advocatícios.Custas judiciaisConsulte e estime custos de acesso à Justiça.Choices XConheça a ferramenta de apoio à escolha de árbitros.Melhor CaminhoExplore caminhos adequados para resolver seu conflito.

Concursos públicos

ConcursosEncontre oportunidades e consulte os editais.Monitor de ConcursosAcompanhe oportunidades conforme seus interesses.
ArquipelJus
Voltar à publicaçãoReferências da publicação

Referências e documentos

Escola Judicial de Goiás lança observatório com dados produzidos por comunidades quilombolas

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. TJGO — lançamento e funcionamento anunciado pela Escola Judicial de GoiásOrigem: tjgo.jus.brAbrir fonte original

Elementos incorporados à apuração

  • A Escola Judicial de Goiás (Ejug) lançou em 6 de novembro o Observatório Goiano das Comunidades Quilombolas. Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), a plataforma pública foi criada para reunir informações hoje dispersas sobre os territórios, com a participação dos moradores na produção, na conferência e na atualização dos dados.
  • O tribunal cita informações sobre infraestrutura, organização comunitária, manifestações culturais, patrimônio e demandas locais. A proposta é que os próprios moradores indiquem quais informações consideram relevantes e autorizem a divulgação. Na prática, o observatório cria um canal para documentar necessidades do território e iniciativas da comunidade no mesmo ambiente em que órgãos públicos poderão consultá-las.
  • O lançamento encerrou a 4ª Semana de Arte e Sabedoria Jurídica Negras, promovida pela Coordenadoria de Igualdade Racial do TJGO. Na ocasião, a escola apresentou trabalhos de dois grupos: um dedicado à pesquisa sobre comunidades quilombolas e outro ao diálogo entre instituições e os territórios. Representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acompanharam a apresentação.
  • Informações validadas pelas comunidades podem ajudar a orientar onde e como oferecer atendimento, além de dar aos órgãos públicos uma referência sobre demandas locais. O observatório é um instrumento de informação: a solução de uma demanda continua a depender do procedimento e do órgão responsável.
  • O comunicado de lançamento descreve as funções previstas, mas ainda não informa o endereço direto da plataforma, a lista inicial de territórios disponíveis nem o procedimento para enviar registros. Esses detalhes definirão como moradores e instituições poderão usar o observatório no dia a dia.