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Referências e documentos

TJMG começa a implantar remuneração de mediadores e conciliadores em três comarcas

Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.

Referências consultadas

  1. TJMG — anúncio de implantação do Cecom, 3/11/2026Origem: tjmg.jus.br
  2. TJMG — Resolução 1.072/2024, íntegraOrigem: www8.tjmg.jus.br
  3. TJMG — Sistema Eletrônico Auxiliares da JustiçaOrigem: aj.tjmg.jus.br
  4. ALMG — Lei nº 13.467/2000, Anexo X: índice do padrão PJ-42Origem: almg.gov.br
  5. ALMG — Lei nº 25.806/2026: atualização dos vencimentosOrigem: almg.gov.br

Elementos incorporados à apuração

  • O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deu um passo para colocar em prática a remuneração de conciliadores, mediadores e facilitadores de Justiça Restaurativa. A implantação começa nas comarcas de Santa Luzia, Uberlândia e Araguari, com a entrada em operação do Cadastro Eletrônico de Conciliadores e Mediadores (Cecom), anunciada na terça-feira (3), durante a abertura da XXI Semana Nacional da Conciliação.
  • Integrado ao Sistema Eletrônico Auxiliares da Justiça (AJ), o cadastro reúne as informações necessárias para organizar a designação, a convocação e o pagamento dos profissionais. A medida dá estrutura operacional à política de remuneração aprovada pelo tribunal em 2024.
  • A Portaria Conjunta da Presidência nº 1.881/2026 foi assinada pelo presidente do TJMG, desembargador Vicente de Oliveira Silva, pela terceira vice-presidente, desembargadora Shirley Fenzi Bertão, e pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Raimundo Messias Júnior.
  • Na apresentação da medida, Shirley Fenzi Bertão destacou a contribuição de profissionais que, ao longo dos anos, atuaram voluntariamente na conciliação, na mediação e nas práticas restaurativas. Segundo a magistrada, o trabalho acumulado por diferentes gestões permitiu organizar o cadastramento para pagamento.
  • O presidente do tribunal associou a iniciativa à valorização e à profissionalização dessas atividades. A expectativa apresentada pelo TJMG é que a concentração das informações em um sistema digital traga mais eficiência e transparência à gestão dos profissionais.