Referências e documentos
Conciliação exige preparo, orientação jurídica e valorização de mediadores
Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.
Referências consultadas
- CNJ — 21ª Semana Nacional da ConciliaçãoOrigem: cnj.jus.brAbrir fonte original
- TJDFT — e-Cejusc 6 e sua coordenaçãoOrigem: tjdft.jus.brAbrir fonte original
- OAB — Código de Ética e Disciplina, art. 48, § 5ºOrigem: oab.org.brAbrir fonte original
- CNJ — Resolução 271/2018: remuneração de mediadores e conciliadoresOrigem: atos.cnj.jus.brAbrir fonte original
- CNJ — Justiça em Números 2026, ano-base 2025Origem: cnj.jus.brAbrir fonte original
Elementos incorporados à apuração
- A preparação das partes, a orientação jurídica e a valorização de conciliadores e mediadores estiveram no centro do Justiça na Tarde, da Rádio e TV Justiça, nesta sexta-feira (6), no encerramento da 21ª Semana Nacional da Conciliação, realizada de 3 a 6 de novembro. O programa abordou como a autocomposição pode ampliar o acesso à Justiça e permitir soluções construídas pelos próprios envolvidos.
- Com apresentação de Valter Lima, a edição reuniu Gabriel Coura, juiz coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania Virtual 6 do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT); Helena Lariucci, doutoranda em Direito e Políticas Públicas, professora, mediadora e advogada; e Asdrubal Júnior, advogado, mediador, árbitro e professor. Gabriel, Asdrubal e Valter estiveram no estúdio; Helena participou de forma virtual.
- Ao se dirigir ao cidadão, Asdrubal recomendou que a tentativa de composição seja levada a sério tanto por quem já tem um processo quanto por quem ainda avalia recorrer à Justiça. A orientação é buscar assessoramento profissional e chegar à conversa com disposição para construir uma solução.
- “Olhe para isso com interesse”, afirmou o professor ao falar das audiências de conciliação e mediação. Para ele, a preparação ajuda a comunicar melhor as próprias necessidades e a examinar possibilidades de entendimento de forma sensata e equilibrada.
- Isso envolve olhar para os interesses de ambos os lados. Na explicação de Asdrubal, a escuta organizada pelo mediador permite que cada pessoa apresente sua percepção e ouça a outra sem que a conversa se transforme em uma sequência de interrupções. Ao compreender o que motivou determinada reação, as partes podem encontrar possibilidades que antes pareciam distantes.
