Tifanny Abreu reafirmou publicamente que pretende continuar sua carreira no voleibol. A manifestação da oposta do Osasco foi noticiada em 2 de novembro pela CNN Brasil, com conteúdo da Itatiaia, após as decisões de outubro que a deixaram sem condição de participar das competições nacionais da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
A atleta ressaltou sua determinação de resistir às dificuldades e seu vínculo com a profissão. A notícia desta rodada é essa manifestação pública. A reportagem consultada não apresenta uma nova decisão que autorize sua volta às quadras.
O caso envolve atos diferentes. Conforme a cobertura anterior do ArquipelJus, o STJD do Voleibol negou, por unanimidade, o Mandado de Garantia 002/2026 em 23 de outubro. Separadamente, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que havia permitido sua atuação. Não se deve atribuir ao tribunal desportivo a suspensão da ordem judicial estadual.
A controvérsia surgiu com a política de elegibilidade anunciada pela CBV em 14 de agosto. A entidade informou que adotou critérios internacionais para a categoria feminina, incluindo triagem do gene SRY e as exceções previstas na política. A regra abrange a Superliga A e B de 2026/27, a Supercopa 2026, a Copa Brasil 2027 e determinadas competições de praia.
Para a atleta e o Osasco, a consequência prática continua sendo a necessidade de uma autorização que permita a participação. A intenção de prosseguir na carreira não equivale à concessão de medida judicial ou desportiva. As fontes desta atualização não permitem anunciar uma data de retorno nem uma reversão das decisões anteriores.
Referências consultadas
- CNN Brasil/Itatiaia — manifestação de Tifanny, 02/11/2026
- CBV — política de elegibilidade, 14/08/2026
- ArquipelJus — decisões distintas do STJD e do TJRJ

