Referências e documentos
Nove dias após a eleição, Bolsa acumula novas perdas e dólar não sustenta alívio inicial
Relação dos documentos, decisões, notícias e demais materiais consultados na elaboração desta publicação.
Referências consultadas
- ArquipelJus — primeira cobertura da Bolsa, 26/10/2026Origem: arquipeljus.com.brAbrir fonte original
- ArquipelJus — primeira cobertura do dólar e dos contratos, 26/10/2026Origem: arquipeljus.com.brAbrir fonte original
- Investing.com — fechamentos diários do IbovespaOrigem: br.investing.comAbrir fonte original
- Agência Brasil — ajuste do câmbio e da Bolsa em 27/10/2026Origem: agenciabrasil.ebc.com.brAbrir fonte original
- Agência Brasil — balanço da semana encerrada em 30/10/2026Origem: agenciabrasil.ebc.com.brAbrir fonte original
- CNN Brasil — cotações parciais de 03/11, às 15h45Origem: cnnbrasil.com.brAbrir fonte original
- Reuters — revisão das projeções do Focus, 03/11/2026Origem: reuters.comAbrir fonte original
- CNN Brasil — posição de Dario Durigan sobre ajuste fiscal e reação dos investidoresOrigem: cnnbrasil.com.brAbrir fonte original
- EPE — resultado do Leilão de Transmissão nº 4/2026Origem: epe.gov.brAbrir fonte original
- Reuters — perspectivas para os juros e o crédito no pós-eleiçãoOrigem: reuters.comAbrir fonte original
- Banco do Brasil/Broadcast — fechamento anterior à eleição, em 23/10/2026Origem: investalk.bb.com.brAbrir fonte original
Elementos incorporados à apuração
- O choque do primeiro pregão não foi seguido por uma recomposição das perdas da Bolsa. Nos quatro pregões depois de 26 de outubro, o Ibovespa recuou mais 4,92%, calculados sobre o patamar em que já havia encerrado o dia da reação eleitoral. No dólar, houve um alívio no dia seguinte, mas ele não se sustentou até o fim da semana. É essa trajetória, agora observável, que acrescenta uma nova leitura à cobertura inicial.
- A recuperação parcial ocorrida dentro da sessão de 26 de outubro não se transformou em recuperação nos fechamentos seguintes. O índice terminou o dia 27 em 175,7 mil pontos e chegou a 167,9 mil na sexta-feira, dia 30. As perdas diárias foram menores que as do primeiro dia, mas se acumularam.
- A primeira semana pós-eleição fechou com queda total de 18,12%, segundo a Agência Brasil. O dado relevante para esta continuação é que parte da perda ocorreu depois do impacto registrado na primeira notícia. Até 30 de outubro, portanto, a sequência de fechamentos não mostrava um piso consolidado.
- O câmbio seguiu um caminho diferente do da Bolsa. Depois do fechamento perto de R$ 5,40 em 26 de outubro, o dólar recuou para R$ 5,349 no dia 27. Na sexta-feira, porém, voltou a subir e encerrou a R$ 5,446 na referência divulgada pela Agência Brasil. O alívio cambial de uma sessão não se converteu em retorno ao patamar anterior à eleição, que estava abaixo de R$ 5.
- Após o feriado de Finados, o mercado voltou a operar nesta terça-feira (3). Às 15h45, o Ibovespa estava perto de 165,5 mil pontos, em queda de 1,44% no dia. Nessa fotografia, a Bolsa se encontrava aproximadamente 6,3% abaixo do fechamento de 26 de outubro. A comparação é parcial: o pregão de hoje ainda estava em andamento naquele horário.
